I'm Brazilian, I've always loved music and since I was little I buy and I listen to rock.
During the 70's I met a magazine called Pop, which I christened German Pop, since it was of Germanic origin, I did not understand what was written in the great majority, but it was there that I met the groups that I publish here on the blog today. Rock made in Germany is one of my favorites, but my taste is very eclectic.

Sou brasileira, sempre amei música e desde muito pequena compro e ouço rock. Durante os anos 70 conheci uma revista chamada Pop, que batizei de Pop Alemã, uma vez que era de origem germânica, eu não entendia o que estava escrito na sua grande maioria, mas foi ali que conheci os grupos que hoje publico aqui no blog. O rock feito da Alemanha é um dos meus favoritos, mas meu gosto é muito eclético.

quinta-feira, 30 de agosto de 2018

Nine Day's Wonder - We Never Lost Control 1973 (Germany, Krautrock, Progressive Rock)

- Walter Seyffer / vocals, percussion, effects
- Hans Frauenschuh / guitars
- Michael Bundt / bass
- Karl Heinz "Hyazintus" Weiler / drums
- Freddie Münster / sax, piano, organ, mellotron, Moog

1. Days In Bright Light (5:32)
2. Fisherman's Dream (3:49)
3. Andromeda Nomads (5:30)
4. The Great Game (3:27)
5. Angels Due To Arrive (4:30)
6. We Grasp The Naked Meat (9:11)
7. Armaranda (3:22)

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4 comentários:

maurizaorocha disse...

esse album é otimo, nada de extraordianrio, mas ninguem pode negar o talento do caras e a versatilidade da banda em mudar clima da musica sem falar que oo vocalista sir Walter Seyffe tem um otimo timbre de voz. obrigado por atenderem meu humilde pedido.

Roderick Verdeb disse...

Que eu saiba, eles gravaram mais dois discos, depois desse.
O vocalista, de fato, é ótimo!

Márcia Tunes disse...

Oi Roderick, eu tenho estes, The Best Years Of Our Life, Sonnet to billy frost, Only The Dancers, .We Never Lost Control, Nine Days Wonder.
Todos publicados aqui, menos o the best...

Roderick Verden disse...

Meu Deus, acho que já estou caducando! Eu havia entendido que o comentarista disse que era o último disco da banda, mas ele quis dizer "ótimo" ao invés de "último". Foi mal...rs.

A coletânea, também não tenho, mas acredito que não deve haver novidade. O "Sonnet to Billy Frost", me surpreendeu. Um disco bem melodioso, ao mesmo tempo simples e selvagem. Muito bom!
Abraços